sábado, 9 de abril de 2011

Não era você

Hoje fui novamente próximo a sua casa. Fazer o que? Estar próximo de você. Tentar me enganar, sei lá não tem uma razão em si, a não ser tentar estar próximo. Hoje já não luto pelo seu amor já que este não posso ter nem tê-lo em sua plenitude, mas sinto falta sobretudo da amiga. Na verdade nestes meses todos o que eu mais eu tive foi a amizade e é isso que sinto falta. Sinto muito falta da amizade, das conversas, dos apoios mútuos, das besteiras, das piadas sem graças (minhas é claro), das gargalahadas. Enfim, sinto muito falta de sua amizade e lutarei para ter novamente.
E voltando às proximidades da sua casa, vi novamente seu carro lá no lugar. Fiquei tão aliviadopor ele estar lá. Chego a conclusão que a pessoa que eu vi ontem não era você. Vi tão rápido que não tive certeza se era você, mas como o carro não estava lá, fiquei apreensivo por ter acontecido algo a ele.
O carro hoje estava inteirinho lá, então não era você.
Um dia minha amiga árvore me deixará vê-la novamente e poder curtir sua grande beleza.

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